A Brasmarine tem como missão prestar um serviço de excelência, confiabilidade e acima de tudo credibilidade, norteados pela busca incessante de ferramentas que possibilite os nossos clientes uma melhor rastreabilidade de suas cargas, qualidade de informação em tempo real, trazendo assim conforto e a certeza de que sua mercadoria está muito bem cuidada em nossas mãos, tornando-se basicamente uma extensão do seu negócio.
Trazer aos clientes o essêncial da logística internacional como um instrumento de competitividade e novos negócios.
publicada em 12/08/10 às 11:36:46
A Transpetro já conhece o menor preço para a construção de 20 combois do Promef Hidrovia. Na última terça-feira, foram abertas as seis propostas comerciais para a obra e a menor foi apresentada pelo Consórcio Rio Maguari (Estaleiro Rio Maguari S.A / SS Administração / Estre Petróleo), seguido pelos Estaleiros Unidos do Rio Tietê (Consórcio formado pela SPI Astilleros e Superpesa Industrial Ltda) e pelo Consórcio formado pela Intecnial S.A. e NM Engenharia e Construções Ltda.
As propostas agora serão analisadas e, posteriormente, os preços da melhor oferta serão negociados em processo coordenado pela Comissão de Licitação. A negociação, prevista pela legislação vigente, visa obter as melhores condições para a Transpetro. Apenas ao término destes processos, a companhia anunciará o vencedor da licitação e o valor do contrato.
As propostas partiram de 15 empresas, divididas em seis grupos: Consórcio Rio Maguari S.A/SS Administração/Estre Petróleo, Estaleiros Unidos do Rio Tietê (SPI Astilleros/Superpesa Industrial Ltda), Intecnial S.A/NM Engenharia e Construções Ltda, Concordia Shipyards BV/Mendes Junior, Egesa Engenharia S.A/Estaleiro Heromaio/Navegação Guarita, Estaleiro de Construção Naval Arealva Ltda/MPG Shipyard/CMI Construções Metálicas ICEC Ltda.
O projeto da Hidrovia Tietê-Paraná, integrante do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), prevê que, a partir de 2013, a Transpetro faça o transporte fluvial de etanol. A operação demandará a construção de 20 empurradores e de 80 barcaças, com geração de pelo menos 400 empregos diretos e 1600 empregos indiretos. Cada comboio será formado de quatro barcaças e de um empurrador, com capacidade para transportar 7,6 milhões de litros.
Quando totalmente operacional, o volume anual transportado deverá chegar a 4 bilhões de litros.
A operação dos novos comboios hidroviários integra o Programa de Logística Integrada de Escoamento de Etanol da Petrobras, que inclui, ainda, a construção de novos dutos, centros coletores e terminais.
Mais de trinta estaleiros nacionais e internacionais foram convidados a participar da licitação. A Comissão de Licitação analisou as propostas técnicas, que contemplam itens de performance como velocidade, capacidade de carga e de manobra, além da apreciação dos métodos construtivos e cronogramas propostos. A análise técnica levou 40 dias, e foi seguida pela abertura das propostas comerciais.
A construção da nova frota hidroviária da Transpetro seguirá as premissas fundamentais do Promef (Programa de Modernização e Expansão da Frota): fabricação no Brasil, conteúdo nacional de 70% e competitividade internacional dos estaleiros após a curva de aprendizado. A licitação foi aberta a estaleiros já instalados e também a unidades a serem instaladas para a disputa, os chamados 'estaleiros virtuais'.
A nova frota de 20 comboios começará a ser entregue a partir de 2012. A hidrovia levará o etanol produzido nas regiões Centro-Oeste e Sudeste para a Refinaria de Paulínia (Replan) e, de lá, por dutos, atingirá diversos terminais, incluindo os de São Sebastião (SP) e de Ilha D'Água (RJ), de onde será possível exportar o produto. A redução de custo de logística permitida pelo modal hidroviário possibilitará ao etanol brasileiro disputar mercados internacionais de forma mais competitiva.
O transporte do etanol pela hidrovia substituirá o equivalente a 40 mil viagens de caminhão por ano, com ganhos ambientais, econômicos e de segurança. O transporte hidroviário emite um quarto do CO2 e consome um quinto do combustível utilizado pelo rodoviário.
Fonte: A Tribuna
Créditos: Modena Design